Desafie-se a não limitar seu bebê

CineMaterna distribui ecobags comemorativas no Garten Shopping
24 de setembro de 2018
Agenda infantil Joinville 29/09 a 21/10
26 de setembro de 2018
Mostrar tudo

Desafie-se a não limitar seu bebê

A sociedade, o mercado de trabalho, o ensino superior, o futuro… Cada vez mais se espera, até exige, pessoas criativas, profissionais pró-ativos, capazes de gerir e solucionar problemas, que se relacionem e se comuniquem muito bem. No entanto, a educação básica permanece em moldes tradicionais, entranhada em transmitir conhecimentos de maneira distante aos seus usos, ignorando as vivências e interesses dos alunos, podando sua criatividade, sua iniciativa, visando controle e obediência, boa classificação em exames.

Algumas vezes, nós, pais e mães, não nos damos conta do quanto até em nossas casas limitamos nossas crianças. O senso comum, a educação que recebemos e os palpites e olhares que nos assombram nos fazem crer que manter uma criança quieta é mais importante que ouvi-la; que crianças precisam esperar, pedir, não mexer, obedecer e obedecer mesmo que nem entendam o porquê, ou se quer tenham inteligência emocional, capacidade cognitiva para o autocontrole. Então, nos frustramos! Nossos filhos parecem terríveis, e os textos na internet dizem que é uma fase, agarramo-nos a esta esperança, mas os aniversários passam e a criança continua desafiadora. Epa! Não vou adiante, vamos parar agora mesmo e observar por outro ângulo?

O bebê chegou e tem o mundo a descobrir, ele precisa de colo, de referência, de segurança, mas precisa de espaço, de horizontes para observar, objetos de materiais diferentes, com texturas, temperaturas, densidades e volumes diversos. Não precisa de excesso de estímulos, ou corresponder a metas rígidas – nem de peso, altura, desenvolvimento, interação -, precisa ter seu ritmo respeitado, sua personalidade acolhida e seus interesses ampliados.

Na fase seguinte, engatinhando a princípio, depois andando e por fim falando, a iniciativa da criança, inicialmente até valorizada, começa a ser motivo de preocupação. Mexer em tudo, ir e voltar, abrir, fechar, questionar são importantíssimos para explorar e descobrir o mundo! A criança de 1 ano, de 18 meses ou de 2 anos não é terrível, não é agitada demais, ela é curiosa. A criança não está testando você, ela esta se desafiando, descobrindo seu espaço, conhecendo os limites de sua liberdade.

É preciso dar liberdade! A criança necessita de espaço mesmo. Então, vamos regar sua iniciativa, possibilitar sua autonomia, instruí-la com respeito, de forma positiva, construtiva, ser presença que não limita, mas acolhe, apoia, admira. Intenso viver assim? Muito! Cansativo mesmo, no entanto é o caminho para o mundo que queremos, para o futuro brilhante que as famílias desejam aos seus pequenos.

Nesta altura você deve estar se perguntando, mas e a escola? De maneira geral, ainda tem muito a mudar, como sociedade começa com a gente, fomentando conhecimento, exigindo novos parâmetros, apresentando outros critérios para avaliar a qualidade das instituições (para além de brinquedos de marca, portões coloridos e portfólios que não correspondem às habilidades artísticas de uma criança) e escolha a qual confiar seu(sua) filho(a).

A cidade de Joinville, tem desde junho do ano passado, uma opção para crianças de 4 meses a 3 anos que oferece educação pautada na pedagogia participativa, o Centro de Educação Infantil Casulo da Borboleta. Localizada no bairro Anita Garibaldi, a escola atualiza os conceitos de educação infantil de qualidade, respeitando o ritmo, tempo, espaço, movimento e interesse de crianças pequenas, garantindo a ampliação de saberes com uma infância bem vivida – hábitos saudáveis, liberdade, socialização, brincar livre, exploração da natureza, acolhimento e segurança.

Conheça mais sobre o Casulo, que objetiva ser uma extensão da casa para as crianças e suas famílias, tanto em aconchego, confiança, quanto no desenvolvimento da autonomia da criança, e na troca de conhecimentos diversos, apoiando a amamentação, acolhendo as dúvidas e desafios do educar, respeitando as diferenças.

Texto escrito por: Ana Paula Kinas Tavares Lopes – Professora e mãe de duas

Casulo da Borboleta

Rua Major Navarro Lins, 962.

Anita Garibaldi – Joinville

whats: (47) 9 9964-4430

Mariana Woj
Mariana Woj
Sou jornalista por profissão, editora da Revista Babies, casada com o Leandro e apaixonada pelo coração cheio da amor que adquiri desde que me tornei mãe do Ben,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *